É incrível como as pessoas gostam de reclamar (adolescentes então, nem se fala). Estou falando de mim, e de todos que se encaixam no que vou escrever.
Esta semana mesmo, eu reclamei da falta de dinheiro. Que eu preciso de um tênis, uma calça jeans, que eu não quero viajar. Reclamei das aulas, das provas, até das professoras. Reclamei da chuva, do frio. Fiquei incomodada com os roxos enormes dos meus joelhos (tudo pela dança; e se vem da dança, já não passa a ser um incômodo :D). Enfim, reclamei, reclamei, reclamei. E do que adiantou? NADA!
As vezes temos que deixar tudo acontecer, aceitar as coisas, porque isso faz parte da vida. Se tudo fosse como queremos, se tudo acontecesse certo demais, qual seria a graça da vida? E reclamar realmente não adianta. Ou tentamos reverter tudo, ou aceitamos quieta. Mas não devemos incomodar ninguém com nossos incômodos. HAHA'
Aqui, peço desculpas a todos que ouviram minhas reclamações, apesar de saber que vou continuar reclamando de muita coisa (mas juro que tento diminuir). :P
quinta-feira, 29 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Como entender nosso coração?
Dentre tantas perguntas que me vêm a cabeça, por ora a que mais estou tentando "decifrar" é esta: como entender nosso coração? Pedimos conselhos à nossos amigos, à diversas pessoas, e sempre, alguma delas, vai falar: "Segue o teu coração...". Mas e quando não sabemos o que nosso coração está dizendo? E quando estamos tão confusos a ponto de não ter a mínima noção de por qual pessoa nosso coração está chamando, está batendo mais forte?
Talvez o nosso medo de errar seja maior que o de tentar. Talvez temos medo de nos enganar e enganar à outras pessoas, bem como o medo de magoá-las e de nos magoarmos.
E se por um momento, um segundo que fosse, nós soubéssemos quais seriam as consequências (boas e más) de cada escolha nossa? Para alguns, seria a solução. Mas iria interferir no nosso livre-arbítrio.
Quando estamos divididos divididos entre duas pessoas, por exemplo, é muito difícil saber qual escolher, quando não se sabe exatamente os sentimentos que sentimos por estas. Tem o medo de escolher uma e magoar a outra, de confundir amizade com amor, enfim, são inúmeros motivos para aumentar mais ainda a nossa indecisão.
Então, se alguém tiver um conselho que não seja "siga seu coração" me fala por favor. rsrs :*
Talvez o nosso medo de errar seja maior que o de tentar. Talvez temos medo de nos enganar e enganar à outras pessoas, bem como o medo de magoá-las e de nos magoarmos.
E se por um momento, um segundo que fosse, nós soubéssemos quais seriam as consequências (boas e más) de cada escolha nossa? Para alguns, seria a solução. Mas iria interferir no nosso livre-arbítrio.
Quando estamos divididos divididos entre duas pessoas, por exemplo, é muito difícil saber qual escolher, quando não se sabe exatamente os sentimentos que sentimos por estas. Tem o medo de escolher uma e magoar a outra, de confundir amizade com amor, enfim, são inúmeros motivos para aumentar mais ainda a nossa indecisão.
Então, se alguém tiver um conselho que não seja "siga seu coração" me fala por favor. rsrs :*
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